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AdoptIA dentro dos processos que já rodam

A pergunta não é se a IA serve. É onde ela entra.

IA dentro de um processo que já roda: reunimos o dado, conectamos os sistemas, escrevemos que decisão ela pode tomar, e treinamos as pessoas até o ganho não depender mais de nós.

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Para quem é

Empresas com operação de verdade, e com volume suficiente para doer: indústria, logística, distribuição, agronegócio, saúde, serviços financeiros, cooperativas. Quem liga normalmente não é de TI. É a operação, o financeiro, ou quem percebeu que o time começou a usar IA sem ninguém pedir — ou que ainda não começou, e não quer descobrir tarde demais que devia ter começado.

O sinal mais claro de que é aqui: alguém na empresa está fazendo o trabalho que um sistema deveria fazer, e ninguém sabe dizer se um modelo daria conta daquilo.

O problema

Ou as ferramentas já estão dentro de casa e ninguém combinou nada, ou ainda não entraram e ninguém sabe por onde começar. Os dois casos param no mesmo lugar: falta a decisão sobre onde a IA entra — qual etapa ela encosta, qual dado pode ler, o que uma pessoa ainda precisa aprovar, e o que acontece no dia em que a resposta vem errada. Sem isso, licença para todo mundo compra muita experimentação particular e nenhuma mudança no processo — e o primeiro custo real não é uma resposta ruim, é descobrir o que foi colado em qual janela.

O que fazemos

Passamos pelo processo antes de propor qualquer coisa, inclusive a parte em que se descobre que IA não é a resposta. Às vezes a etapa deveria ser eliminada em vez de automatizada, e às vezes uma ferramenta que você já paga resolve. Quando a resposta é essa, dizemos, e a entrega mais barata que temos é o trabalho do qual convencemos você a desistir.

Quando é a resposta, colocamos onde está a decisão. Isso costuma significar a metade sem graça primeiro: alcançar dado espalhado em sistemas que não conversam, dar ao modelo o contexto que ele precisa para estar certo em vez de plausível, e colocar uma pessoa no caminho de tudo que carrega dinheiro ou risco. Regras em código em vez de em costume, registro do que foi decidido e com base em quê, e alerta quando algo sai da faixa esperada.

Depois treinamos quem vai usar, no trabalho da própria pessoa e não numa demonstração, e escrevemos o que pode e o que não pode. É a parte que todo treinamento pula, e é o único motivo pelo qual o ganho sobrevive à nossa saída. Você recebe o código, os prompts, a documentação e as regras. Operar, alterar ou desligar não depende de nós.

O que ouvimos

  • Metade do time paga um modelo do próprio bolso e ninguém sabe o que eles colam lá.

  • Alguém aprova ou classifica cada caso na mão, e o critério mora na cabeça dessa pessoa.

  • Sabemos que dá para usar IA nisso, e ninguém sabe por onde começar.

  • Fizemos um piloto, todo mundo achou impressionante, e nada no processo mudou.

  • O dado que responderia essa pergunta está espalhado em quatro sistemas que não conversam.

Por que não simplesmente

  • Dar uma licença para todo mundo.

    Licença é a parte barata, e talvez você já tenha. O que licença não faz é decidir qual etapa de qual processo o modelo pode encostar, o que ele pode ler para isso, e quem assine quando ele erra. Sem isso você pagou por experimentação particular — útil, invisível, e impossível de passar para a próxima pessoa.

  • Esperar a poeira baixar.

    A poeira não vai baixar, e esperar tem um custo que você já paga em uso escondido. O que pode assentar é o seu lado: o processo mapeado, o dado no lugar, e a regra escrita sobre o que uma pessoa precisa aprovar. Feito isso, trocar o modelo por baixo vira uma decisão pequena em vez de um projeto.

Por que isso não é opinião nossa

95% dos pilotos de IA generativa não produziram impacto mensurável em P&L. O padrão entre os que sobreviveram é integração num processo que já roda, não ferramenta parafusada ao lado.

MIT NANDA, State of AI in Business, ago/2025

Onde a IA entra no seu processo, e onde não entra

Escopo e preço fechados, combinados antes de começar. Passamos pelo processo como quem vai ter que conviver com o resultado: quanto custa hoje, quem trabalha nele, onde quebra, qual etapa um modelo poderia realmente assumir, e o que uma pessoa ainda precisa aprovar.

O que você recebe: um resumo em linguagem simples de onde está o ganho e quanto ele vale, as etapas que deixaríamos em paz e por quê, o que precisa ser verdade sobre o seu dado antes de qualquer coisa funcionar, uma regra escrita do que precisa de gente, e uma ordem de prioridade para fazer.

Ela se sustenta sozinha. Se você pegar o documento e executar com o seu time, ou com outra pessoa, ela cumpriu a função — e preferimos isso a um projeto de que ninguém precisava.

Perguntas frequentes

  • Precisamos ter o dado organizado antes?

    Não, e se tivesse você não precisaria de nós para a parte interessante. Alcançar dado espalhado em sistemas que não conversam é a maior parte do trabalho, e está no escopo. O que precisamos é que alguém tenha permissão para contar como o processo roda de verdade, e não como a documentação diz que roda.

  • Isso vai substituir o trabalho de alguém?

    Essa pergunta é sua, não nossa, e preferimos que você a faça em voz alta antes de começarmos do que depois. O que procuramos é a etapa em que uma pessoa faz o trabalho que um sistema deveria fazer — aprovar o mesmo tipo de caso cem vezes, redigitar dado, esperar. Nada do que construímos decide quem faz o quê.

  • E se a resposta for que IA não é a resposta?

    Então dizemos, e é a coisa mais barata que vendemos. Às vezes a etapa deveria ser eliminada em vez de automatizada, e às vezes uma ferramenta que você já paga resolve. Um diagnóstico que termina em "não construa isso" cumpriu a função.

  • Como vocês cobram?

    Preço fechado, combinado por escrito antes de começar, com o escopo e o prazo no mesmo documento. O diagnóstico tem preço próprio, então você pode começar por ele sem se comprometer com o que vem depois.

O que fazemos

  • Adopt

    IA dentro dos processos que já rodam

  • Engineer

    Seu time de desenvolvimento usando IA com método

  • Rescue

    Construído rápido com IA, e agora precisa aguentar

Conte o que está quebrado. A resposta pode ser que você resolve sem nós.

A conversa é gratuita e termina num sim, num não, ou num "isso você resolve sozinho". Quem atende é quem faria o trabalho. Trabalhamos remoto em todo o Brasil, e presencialmente no norte do Rio Grande do Sul — a agroindústria e as cooperativas daqui estão perto o bastante para visitar, e consultoria de São Paulo não vai.

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